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Celebrando a vida

Adoro fazer aniversário!  É aquele dia em que a gente recebe o carinho dos amigos mais próximos, mas também dos que estão mais distantes... e é sempre uma surpresa receber tantos e-mails, ligações, mensagens e abraços!  Esse ano, recebi vouchers de lojas, presentes da empresa e do supermercado. Até o meu relógio me mandou parabéns. 😁 Para mim, meu aniversário é sempre um dia muito especial. Assim como no Ano Novo, é um momento em que eu gosto de refletir sobre as minhas metas e sobre o que eu conquistei no meu último ano. Simplesmente não entendo que diz que não liga para esse dia... Gosto de encontrar com meus amigos, com a minha família ou apenas com o meu namorado. Já comemorei na balada, em barzinho e em restaurante. Com festa em casa, com churrasco no prédio ou só com o clube da luluzinha. Já tive day-off de aniversário no trabalho, já tirei férias e já passei trabalhando um monte. Em alguns anos ganhei muitos presentes, em outros nem tanto (principalmente na pandemia). ...

Rivotril

Há 10 dias, comecei a tomar Rivotril pela primeira vez na vida. Já até havia comprado uma vez, mas não tive coragem de tomar, por medo de ficar viciada. Desta vez, além da insônia, estou tendo diversas crises de ansiedade já há algum tempo, então encarei a dose mínima sublingual e fui dormir feliz.  Já havia falado aqui anteriormente sobre antidepressivos no post  Tomar ou não tomar? Eis a questão!  De lá pra cá, já se passou mais de um ano e novamente eu tentei parar de tomar o tal remedinho da felicidade. Fiz o desmame certinho, com acompanhamento médico por vários meses, de forma bem conservadora. Afinal, eu estava me sentindo muito bem, e quando a gente se sente assim, não tem vontade nenhuma de tomar remédios. Acha que sobrevive bem sem eles quando, na verdade, estamos bem justamente por causa deles.   Mas, um mês depois de parar, já comecei a ter sintomas de abstinência. Comecei a ter crises de choro sem motivo, a ficar mais irritada e mais sensível ao mes...

A fórmula do feedback

Feedbacks podem ser tanto construtivos quanto dolorosos. Já recebi feedbacks que me impulsionaram a ser uma profissional (e uma pessoa) melhor, e outros que me deixaram indignada, por não concordar com nada do que eu estava ouvindo.  Até hoje me lembro desse episódio. Minha gestora, que na época não acompanhava meu trabalho de perto, mencionou que eu precisava aprender a delegar, feedback que ela já havia dado no ano anterior e que eu já estava trabalhando em relação a isso. Comentou sobre as mesmas situações do feedback anterior, e eu pedi exemplos mais recentes, pois entendia que já havia melhorado neste ponto. Ela não conseguiu lembrar de nenhum episódio com menos de um ano em que eu podia ter delegado mais.   Logo depois, também me disse que eu tinha um problema de relacionamento com as pessoas e precisava melhorar minha comunicação, o que, na minha opinião, eram as minhas maiores fortalezas. Pedi exemplos, mas ela não soube dar nenhum. Fiquei com a pulga atrás da ore...

A nova onda da humanização

Liderança humanizada , atendimento humanizado … até a expressão tecnologia humanizada eu li recentemente!  Toda vez que leio essas expressões, me imagino como um robô que precisa receber um coração quentinho para aprender a amar e a pensar nas pessoas... Quando foi que deixamos de ser humanizados e nos tornamos esses robôs?  Quando vou para o interior, vejo que todo tratamento é humanizado. Nas lojas, todos nos atendem bem (principalmente porque, na maioria das vezes, até nos conhecem e sabem de quem somos filhos). Nas ruas, todos param para nos dar informações, sem medo de serem assaltados, e chegando ao ponto até de nos levar no lugar que precisamos ir.  Minha mãe é o melhor exemplo disso.  Nos atendimentos em domicílio, não é raro ela oferecer um café para quem estiver fazendo qualquer trabalho em casa. Para o o técnico da Vivo, para o piscineiro, para o jardineiro... Quem a atende no banco, ganha até um pão caseiro que ela mesma faz. Quando muda um vizinho novo, ...

Existe mesmo igualdade de gêneros?

Só haverá verdadeiramente igualdade entre homens e mulheres, quando chegar aos mais altos postos uma mulher tão incompetente, como chega em vários casos, um homem.  Esta frase foi dita pelo Presidente da República de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, em relação à representatividade das mulheres nas Forças Armadas portuguesas e, infelizmente, ainda representa a nossa realidade. Até hoje, para que as mulheres consigam subir na hierarquia, elas precisam se provar muito mais que os homens. Elas precisam desafiar as leis da física.  Claro que o mundo já evoluiu muito. Há menos de um século, mulheres não podiam votar, estudar, escrever livros ou ter o seu próprio negócio.  Nossos livros de história foram escritos por homens, a maioria dos filmes foram dirigidos sob o olhar de homens, a política foi majoritariamente executada pelos homens.   Mesmo assim, em pleno século XXI, ainda vemos muitos casos de misoginia. Casos de patrões que submetem suas funcionárias (geralm...

Você já se sentiu um impostor?

Não é raro que eu me sinta uma impostora no trabalho. Mesmo tendo mais de 20 anos de experiência profissional e tendo me capacitado em diversas áreas, muitas vezes sinto que não mereço estar ali, que os outros são melhores que eu.  A síndrome do impostor é um sentimento de estar no lugar errado, de não ser qualificado o suficiente para justificar o seu cargo ou posição atual. É um medo de "ser descoberto", de alguém perceber que somos uma fraude.   Descobri esse termo há alguns anos, quando fiz um processo de coaching de carreira, mas o sentimento vem de longe. Principalmente porque me formei em Ciência da Computação e não me identifiquei com o curso. Me sentia uma impostora até quando a minha mãe pedia para eu consertar sua Internet e eu nem imaginava o que fazer. Se eu fiz Computação, deveria saber, não é mesmo?  Passei a pensar de outra forma apenas quando me encontrei na área de Gestão de Projetos, alguns anos depois de me formar. Fazer o que gostamos é um dos pr...

Jazz rider

Querido Guga... quer dizer, querida Mari Vai ser difícil me acostumar a te chamar assim. Vai demorar um tempo para eu me acostumar com sua nova voz. Te conheci há uns 4 anos, quando meu namorado me apresentou o Gugacast. Me tornei uma ouvinte assídua, mas nos últimos meses, não estava acompanhando tanto. No último episódio que tinha ouvido, você estava voltando de uma cirurgia e sua voz estava um pouco rouca. Só agora entendo o que aconteceu naquela época!  Foi meu namorado também que me perguntou, enquanto mostrava uma foto da @jazzrider no Instagram: "Gatinha, esse é o Guga? Acho que agora ele é uma mulher trans". Não é possível, respondi, esta é uma menina mesmo, e ela é bem novinha! Não pode ser o Guga! Olhamos algumas fotos do mesmo perfil e chegamos à conclusão que ela era parente do Guga, mas não era o Guga. Chegamos até a cogitar que quem tinha feito a transição era o Eric, pois ele era adolescente.  Até que meu namorado ouviu o Especial LGBTQIAP+ 2022 do Gugacas...