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Feliz Dia das Irmãs

Fui abençoada com 3 irmãs maravilhosas, que além de irmãs, são minhas mães e minhas amigas. A vida delas mudou muito quando eu nasci, 13 anos depois da mais nova! Meu pai contou que tinha uma surpresa pra elas, mas nenhuma adivinhou que ganhariam uma irmãzinha. E eu cheguei já colocando apelido em todas: Tata, Ná e Lele Da Tata, puxei o gosto por animais, trilhas e aventuras. A Ná é a minha maior confidente, minha psicóloga, com quem fico horas no telefone. E da Lele, herdei o gosto (bastante eclético, eu diria) pela cultura, pela música, teatros, shows e exposições. Queria eu ter o dom de cuidar de plantas, cozinhar ou fazer artesanato como elas, mas acho que minha mãe gastou todos os dons artísticos nas 3 primeiras filhas e eu vim sem estes opcionais de fábrica! Mas só posso dizer que a vida é bem melhor quando se tem irmãs

Uma luz no fim da pandemia

Nunca imaginei ficar tão feliz por tomar uma vacina! Foi assim que me senti ontem, após tomar a primeira dose da vacina da Covid... Não fiz nenhuma selfie com a agulha no braço, não publiquei a foto da carteirinha nas redes sociais mas, no fundo, o meu sentimento era de alívio, de que "finalmente chegou a minha vez".  Mas a verdade é que o mundo inteiro esperou ansiosamente por esta vacina! Um ato que até então era apenas uma obrigação, uma rotina, se tornou um motivo de alegria inimaginável. O que até então era um processo automático, passou a ser questionado, ou até uma escolha.  Às vezes o excesso de informação até atrapalha. Antigamente, íamos no posto de saúde, tomávamos a vacina, anotávamos na nossa carteirinha e pronto. Ninguém perguntava o nome do laboratório, a eficácia da vacina, ou os efeitos colaterais que ela podia dar. A gente simplesmente ia lá e tomava. Hoje, as pessoas se recusam a tomar se a vacina for de tal marca, discutem sobre os efeitos colaterais que c...

As definições de casamento foram atualizadas

Casamento já não é mais sinônimo de véu e grinalda, de virgindade ou de aliança de noivado. Há algum tempo, muitos noivos preferem viajar, fazer uma cerimônia só para a família, ou até casar em Las Vegas com o Elvis Presley ao invés de dar uma festança para 500 convidados, com o pai da noiva pagando tudo. Aquele modelo tradicional, com igreja, fotos, bolo e champagne já não é mais unanimidade, e hoje cada um escolhe o seu jeito de casar.  A começar pela diferença entre os dois conceitos de casamento: o dia da festa e a união conjugal (em inglês, por exemplo, existem duas palavras distintas, wedding e marriage). Hoje em dia, não é mais necessário ter uma festa de casamento ou assinar um papel para ser casado. Casar significa juntar as escovas de dente, conviver com a pessoa amada e superar as diferenças.  Nesse sentido, posso dizer que hoje foi o dia do meu casamento. No lugar da festa, passei o dia carregando caixas de um apartamento para outro. Ao invés da lua-de-...

Pare, Olhe e Escute

Recentemente, assisti a diversos workshops sobre Mindfulness que me fizeram repensar sobre o ritmo frenético em que estou vivendo e dar aquele reset na minha vida. É preciso retomar algumas práticas de meditação, de desintoxicação e de purificação, que neste turbilhão da vida acabamos relaxando e não mantendo a constância... E a pandemia é praticamente um convite para fazermos esta pausa e não enlouquecer! Pois muitos dos momentos que nos traziam essa sensação, tais como encontrar os amigos, viajar, ir ao cinema ou assistir a um show, nos estão sendo privados... Por isso, temos que encontrar esta resposta em nós mesmos, sem depender desses estímulos externos, como uma oportunidade de transformação.    Everyone has their own timeline. Estamos vivendo diante de um momento de pura incerteza, em que não sabemos quando poderemos retomar a nossa vida. E o Mindfulness nos provê recursos para que possamos lidar com estas incertezas de forma natural, sem que elas nos paralisem.  A...

Para nutrir o nosso corpo...

O nosso corpo é composto de várias áreas, e para estarmos em equilíbrio, é necessário que cada uma dessas áreas esteja nutrida. Para nutrir nosso corpo físico ... faça atividades físicas, se alimente bem, respire, medite. Esteja sempre em movimento, durma bem. Para nutrir nosso corpo emocional... acredite nos seus sonhos. Deixe a sua criança interior livre, estimule a criatividade. Desenhe, pinte, dance, ouça música, toque um instrumento. Conheça suas emoções e suas reações, sem se deixar dominar por elas, assuma suas responsabilidades. Melhore a qualidade das suas conexões, ative sua empatia e sua compaixão. Para nutrir o corpo mental... esteja sempre adquirindo novos conhecimentos, novas experiências, novos pontos de vista. Compartilhe o seu conhecimento com os outros. Tenha um propósito de vida, faça a diferença naquilo que você sabe fazer melhor. Tenha motivação interna para conquistar seus objetivos, saia do piloto automático e das situações repetitivas que não levam a nada.  ...

44 em 4 do 4 (na quarentena)

Hoje foi meu aniversário, o segundo na pandemia. Pensei que este ano tudo já teria voltado a ser como antes e que eu estaria comemorando com meus amigos e minha família, como sempre fazia antes.  Mas, ao invés de me ressentir por não ter passado o dia com a minha família, prefiro agradecer pela nossa saúde.    Ao invés de reclamar por não ter abraçado meus amigos, prefiro lembrar que fiquei a tarde inteira abraçada com o meu namorado, vendo Netflix no sofá. Ao invés de ficar triste por não ter comemorado em um pub, prefiro desfrutar de todos os telefonemas e mensagens carinhosas que recebi pelas redes sociais... Ao invés de me indignar com a festa que perdi, prefiro pensar no bolo que ganhei... e que comi sozinha!  A maior lição que podemos tirar dessa pandemia é aprender a nos adaptar às situações não planejadas e a contornar os obstáculos, sem nos revoltar com o que não podemos controlar... Se conseguirmos praticar pelo menos um pouquinho dessa lição, já sairemos d...

Como os podcasts mudaram a minha forma de enxergar o mundo

Dois anos atrás, podcast pra mim era uma palavra praticamente desconhecida. Sabia que eles existiam, mas nunca tinha escutado nenhum. Até que comecei a trabalhar em Alphaville e os longos períodos diários em que eu passava no trânsito começaram a me entediar. Foi aí que meu namorado sugeriu que eu ouvisse podcasts durante o trajeto... Comecei com podcasts de notícias, de resumo de livros e de empreendedorismo. Mas logo fui evoluindo para debates sobre temas polêmicos, entrevistas com gente famosa ou nem tão famosa, programas humorísticos e discussões sobre o mercado de trabalho. Hoje, posso dizer que os podcasts mudaram a minha forma de enxergar o mundo. Eles me mostram diversas opiniões sobre temas atuais, me fazem pensar sobre os assuntos que são discutidos, me fazem rir e até chorar com as histórias contadas. Além, claro, do entretenimento e do conhecimento adquiridos durante meu trajeto para o trabalho, minhas caminhadas e minhas atividades domésticas.  Mas o que mais me motiv...