Skip to main content

Posts

Pare, Olhe e Escute

Recentemente, assisti a diversos workshops sobre Mindfulness que me fizeram repensar sobre o ritmo frenético em que estou vivendo e dar aquele reset na minha vida. É preciso retomar algumas práticas de meditação, de desintoxicação e de purificação, que neste turbilhão da vida acabamos relaxando e não mantendo a constância... E a pandemia é praticamente um convite para fazermos esta pausa e não enlouquecer! Pois muitos dos momentos que nos traziam essa sensação, tais como encontrar os amigos, viajar, ir ao cinema ou assistir a um show, nos estão sendo privados... Por isso, temos que encontrar esta resposta em nós mesmos, sem depender desses estímulos externos, como uma oportunidade de transformação.    Everyone has their own timeline. Estamos vivendo diante de um momento de pura incerteza, em que não sabemos quando poderemos retomar a nossa vida. E o Mindfulness nos provê recursos para que possamos lidar com estas incertezas de forma natural, sem que elas nos paralisem.  A...

Para nutrir o nosso corpo...

O nosso corpo é composto de várias áreas, e para estarmos em equilíbrio, é necessário que cada uma dessas áreas esteja nutrida. Para nutrir nosso corpo físico ... faça atividades físicas, se alimente bem, respire, medite. Esteja sempre em movimento, durma bem. Para nutrir nosso corpo emocional... acredite nos seus sonhos. Deixe a sua criança interior livre, estimule a criatividade. Desenhe, pinte, dance, ouça música, toque um instrumento. Conheça suas emoções e suas reações, sem se deixar dominar por elas, assuma suas responsabilidades. Melhore a qualidade das suas conexões, ative sua empatia e sua compaixão. Para nutrir o corpo mental... esteja sempre adquirindo novos conhecimentos, novas experiências, novos pontos de vista. Compartilhe o seu conhecimento com os outros. Tenha um propósito de vida, faça a diferença naquilo que você sabe fazer melhor. Tenha motivação interna para conquistar seus objetivos, saia do piloto automático e das situações repetitivas que não levam a nada.  ...

44 em 4 do 4 (na quarentena)

Hoje foi meu aniversário, o segundo na pandemia. Pensei que este ano tudo já teria voltado a ser como antes e que eu estaria comemorando com meus amigos e minha família, como sempre fazia antes.  Mas, ao invés de me ressentir por não ter passado o dia com a minha família, prefiro agradecer pela nossa saúde.    Ao invés de reclamar por não ter abraçado meus amigos, prefiro lembrar que fiquei a tarde inteira abraçada com o meu namorado, vendo Netflix no sofá. Ao invés de ficar triste por não ter comemorado em um pub, prefiro desfrutar de todos os telefonemas e mensagens carinhosas que recebi pelas redes sociais... Ao invés de me indignar com a festa que perdi, prefiro pensar no bolo que ganhei... e que comi sozinha!  A maior lição que podemos tirar dessa pandemia é aprender a nos adaptar às situações não planejadas e a contornar os obstáculos, sem nos revoltar com o que não podemos controlar... Se conseguirmos praticar pelo menos um pouquinho dessa lição, já sairemos d...

Como os podcasts mudaram a minha forma de enxergar o mundo

Dois anos atrás, podcast pra mim era uma palavra praticamente desconhecida. Sabia que eles existiam, mas nunca tinha escutado nenhum. Até que comecei a trabalhar em Alphaville e os longos períodos diários em que eu passava no trânsito começaram a me entediar. Foi aí que meu namorado sugeriu que eu ouvisse podcasts durante o trajeto... Comecei com podcasts de notícias, de resumo de livros e de empreendedorismo. Mas logo fui evoluindo para debates sobre temas polêmicos, entrevistas com gente famosa ou nem tão famosa, programas humorísticos e discussões sobre o mercado de trabalho. Hoje, posso dizer que os podcasts mudaram a minha forma de enxergar o mundo. Eles me mostram diversas opiniões sobre temas atuais, me fazem pensar sobre os assuntos que são discutidos, me fazem rir e até chorar com as histórias contadas. Além, claro, do entretenimento e do conhecimento adquiridos durante meu trajeto para o trabalho, minhas caminhadas e minhas atividades domésticas.  Mas o que mais me motiv...

Toda segunda é um pequeno Reveillon

O livro ainda está na minha wish list, mas posso dizer que, ao contrário de muita gente, adoro as segundas-feiras!  Para mim, é um dia para recomeçar, para renovar a esperança. É o dia em que estou descansada e motivada para cumprir minhas metas. O dia de começar a dieta, de mudar os nossos hábitos, de não faltar na academia. É a não preguiça, a não procrastinação.   Feliz segunda-feira a todos!

Diário de uma quarentena... Day 365

Há exatamente um ano, fiz meu primeiro post sobre a pandemia. Naquela época, tudo era novidade. O álcool gel, o trabalho remoto, a indignação por perder todos os eventos já planejados. Ainda não usávamos máscaras, havia poucas mortes no Brasil e, o mais surpreendente, é que achávamos que tudo isso iria acabar no mês seguinte.  Tudo aconteceu de repente, sem entendermos muito bem como teríamos que agir ou lidar com essa situação. O "novo normal" - expressão muito usada atualmente, e também rejeitada - era realmente novo. E aí, tudo foi simplesmente acontecendo... Nos revoltamos, nos resignamos, nos acostumamos.  Parece que já estamos assim há muito mais que um ano. Ao mesmo tempo, parece que o tempo parou e que, quando olharmos para trás lá do futuro, haverá uma lacuna nesse fatídico ano de 2020 - e ao que tudo indica, de 2021 também. E quem imaginaria que, um ano depois, estaríamos em um cenário ainda pior que antes? O final do ano nos trouxe esperança, com a baixa dos casos ...

Não tenho maturidade...

Não tenho maturidade para lidar com a morte. Não estou preparada para ver alguém partir, ou para consolar um amigo que perdeu um ente querido.   Recentemente assisti a um documentário sobre a vida após a morte, e fiquei impressionada com a forma que algumas culturas lidam com o tema: um processo natual, e não um motivo de sofrimento para a família e os amigos que permanecem nesse plano.  Até o famoso "meme do caixão", que viralizou no início da pandemia, retrata um ritual comum de alguns países africanos, em que a morte é considerada um motivo de celebração, dança e alegria. Na minha opinião, é muito difícil pensar assim. Geralmente ficamos tristes com a partida das pessoas que amamos, seja ela esperada devido a uma enfermidade ou à velhice, ou ainda repentina, no caso de jovens ou de mortes por acidente. Recentemente, tem morrido muita gente conhecida, principalmente por causa do coronavírus... Abro o Facebook e tudo o que vejo são pessoas se despedindo de um paren...